5 de dez. de 2011

Como anda a saúde da mulher executiva?

Em 2010, uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência revelou que as mulheres executivas estão cada vez mais satisfeitas com o trabalho e acreditam que ele está relacionado com seu desenvolvimento intelectual. Porém, acumulando funções de mãe e profissional sem mudança de rotina, como fazer algum tipo de exercício físico, os danos causados à saúde são esperados.
Como os cargos de chefia exigem maior participação da profissional e resultam em alta carga de estresse, crescem as chances das mulheres desenvolverem doenças gastrointestinais e cardiológicas.
Esta pesquisa revela que as mulheres pertencentes à classe AA são as mais satisfeitas e focadas no trabalho. De acordo com o estudo, para as trabalhadoras da classe C, trabalho é algo que ajuda na renda familiar, já as mulheres da classe AB entendem que o trabalho abrange o desenvolvimento pessoal e, por fim, o público feminino de classe AA acredita que o trabalho está relacionado com desenvolvimento intelectual e pessoal, realização e destaque como profissional. Para as mulheres das classes AB e C, o trabalho não lhes proporciona independência financeira, visto que, neste sentido, somente 12% das mulheres da classe C se consideram independentes e 21% das mulheres AB. Já na classe AA, este percentual é de 84%.

É mulherada, o negócio é balancear os horários e se cuidar, afinal, sem sáude nada para em pé!

Kisses...

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